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Nova presidência na Fundação Banco do Brasil

16/8/2010 - O novo presidente da Fundação Banco do Brasil, Jorge Alfredo Streit, apresenta as orientações de seu mandato à frente da organização da sociedade civil. Streit é funcionário de carreira do Banco do Brasil desde 1980, graduado em Administração (Universidade Federal de Rondônia – UNIR) e mestre em Gestão Social e Trabalho (UnB). Ele possui, ainda, MBA em Gestão Empresarial pela Universidade de São Paulo (USP) e é especialista em Controladoria Institucional e Ambiental (UNIR).


Após a aposentadoria do meu antecessor, Jacques Pena, há pouco mais de dois meses, assumi a presidência da Fundação Banco do Brasil. Durante estes últimos sete anos em que o presidente Jacques esteve à frente da Fundação, ocupei cargos gerenciais  e atuei como diretor de Desenvolvimento Social.

No período em que fui gerente de divisão da Gerência de Trabalho e Renda, fui incumbido de conduzir as estratégias traçadas para realizar a transformação social na forma de geração de trabalho e renda, com foco nas regiões brasileiras de menor IDH e nas populações sob maior exclusão, como catadores de materiais recicláveis, quilombolas e assentados da reforma agrária.

Divulgação: Logomarca da Fundação Banco do BrasilAtuei, também, na Gerência de Articulações, Parcerias e Tecnologias Sociais, com a intenção de empreender esforços juntamente com governos, instituições do terceiro setor e outras organizações para atingir os objetivos de mobilizar, articular, desenvolver e gerir ações sustentáveis de inclusão e transformação social baseadas nas possibilidades das tecnologias sociais.

Em setembro de 2008, fui conduzido ao cargo de diretor de Desenvolvimento Social da Fundação BB. O novo cargo era outro desafio que exigia visão bem detalhada dos eixos de ação da nossa instituição: geração de trabalho e renda e educação, tendo como nossa grande fonte de inspiração as tecnologias sociais, tão potencializadas nos últimos anos com o fortalecimento do nosso Banco de Tecnologias Sociais (BTS), com a visibilidade obtida pelo Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologias Sociais – BTS e pelo nosso esforço na criação e consolidação da Rede de Tecnologias Sociais (RTS).

Com o importante legado deixado pelo presidente Jacques Pena, pretendo dar continuidade aos trabalhos conduzidos pela Fundação Banco do Brasil, fortalecendo nossa atuação na região Norte do país, investindo no alinhamento estratégico com as ações de sustentabilidade do Banco do Brasil, nosso instituidor, fortalecendo nossa posição no campo das tecnologias sociais e integrando as ações das diversas áreas da FBB nos territórios priorizados.

No que diz respeito à área de educação e cultura, a ideia é qualificar o programa de Inclusão Digital, que em 2010 contará com 65 novas Estações Digitais instaladas no país e que, a partir da parceria com o Programa Telecentros, do Governo Federal, garantirá o pagamento de bolsa a cada um dos educadores sociais. No programa  AABB Comunidade, a maior novidade é o projeto Educação para o Mundo do Trabalho, que visa introduzir o debate sobre as possibilidades de inserção dos jovens nas atividades geradoras de oportunidades de trabalho em suas regiões.

Já no âmbito da geração de trabalho e renda, continuaremos os esforços para a disseminação da Tecnologia Social Pais (Produção Agroecológica Integrada e Sustentável) e fortaleceremos algumas outras como a do Balde Cheio, com maiores possibilidades de sinergia com a estratégia DRS, do BB. A agricultura familiar continuará sendo fortalecida através do apoio a iniciativas solidárias e sustentáveis nas cadeias produtivas, principalmente as do mel, do caju e da mandioca, no Nordeste. A cadeia da reciclagem também terá um grande desafio pela frente: formação de grandes redes de cooperativas de reciclagem para combater os atravessadores por meio do volume e escala.

Portanto, as prioridades do nosso planejamento trienal (2010-2012), traçadas desde o ano passado, serão realizadas integralmente durante a minha gestão como novo presidente da Fundação Banco do Brasil.

Quero agradecer o voto de confiança dado pelo Conselho Curador da Fundação Banco do Brasil ao me conduzir ao cargo de presidente e reforçar o meu engajamento pessoal e do corpo de funcionários da Fundação BB no sentido de continuar realizando a transformação social no Brasil.

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