ALMOÇO TEMÁTICO
Conheça os assuntos que serão abordados e escolha a sua mesa:

1. EDUCAÇÃO EM PERSPECTIVA: A REINVENÇÃO DA ESTRATÉGIA DO FUNDO MALALA
Anfitriã: Mariana Monteiro | Gerente de parcerias do Fundo Malala
Com a missão de garantir que todas as meninas tenham acesso a 12 anos de educação gratuita, segura e de qualidade, em 2025, o Fundo Malala definiu um novo plano estratégico: o foco em Advocacy para a promoção de mudanças e implementação de políticas. Para cada país onde está presente, foi definida uma estratégia, com objetivos específicos e adequada àquela localidade. Conheça os desafios da mudança, as adaptações no mecanismo de financiamento e, agora que está em curso, como tem sido a experiência de monitoramento e avaliação de resultados de uma ação que tem perspectivas de impacto de longo prazo.
2. REINVENTANDO A SAÚDE: INICIATIVAS INOVADORAS PARA O FORTALECIMENTO DO SUS
Anfitriãs: Alessandra Almeida | Gerente de Monitoramento e Avaliação no IDIS; e Evelyn Kowalczyk | Gerente de Investimento e Impacto Social da Umane
Da qualificação da Atenção Primária à inovação tecnológica, passando pelo fortalecimento da gestão da saúde e pela ampliação do acesso ao cuidado, o Juntos pela Saúde, iniciativa do BNDES com gestão do IDIS, atua para fortalecer o SUS nas regiões Norte e Nordeste do Brasil. Em 2025, a iniciativa avançou para uma etapa de consolidação e implementação, com 12 projetos em execução simultânea e atuação em 64 municípios da região Norte e 298 do Nordeste. Venha conhecer algumas das soluções apoiadas, os aprendizados acumulados e os caminhos que estão ajudando a transformar a saúde pública.
3. ORQUESTRAR FUTUROS: CULTURA, TERRITÓRIO E TRANSFORMAÇÃO
Anfitrião: Carlos Eduardo Prazeres, Diretor e fundador da Orquestra Maré do Amanhã
No Complexo da Maré, cada instrumento pode abrir caminho para um novo futuro. A Orquestra Maré do Amanhã faz da música uma força de formação, pertencimento e transformação para crianças e jovens, fortalecendo habilidades socioemocionais e ampliando suas perspectivas de vida. Uma avaliação SROI realizada pelo IDIS revelou que para cada R$ 1 investido, são gerados R$ 4,03 em valor social. Nesta conversa, conheça a trajetória da iniciativa e reflita sobre o que ela ensina à filantropia: preservar a confiança nas pessoas e o compromisso com o território, enquanto reinventa formas de financiar, mensurar e ampliar a transformação.
4. SE NOSSOS DESAFIOS SÃO GRANDES, SOMOS MAIORES AINDA: A REINVENÇÃO DIANTE DA CRISE CLIMÁTICA
Anfitriã: Carolina Pasquali, Diretora executiva do Greenpeace Brasil
Diante da perspectiva de um Super El Niño, que pode intensificar secas, enchentes e ondas de calor, cresce a urgência de agir. Mas já há muita ação e não é possível aceitar uma derrota. Carolina traça um panorama das respostas à crise climática a partir da experiência individual e coletiva do Greenpeace e oferece uma reflexão sobre o papel da sociedade civil, do setor privado e do poder público. Quais as reinvenções necessárias para avançarmos rumo a um futuro sustentável?
5. INSTITUTO CALDEIRA: UM DISTRITO DE INOVAÇÃO QUE ACELERA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL E ECONÔMICA
Anfitrião: Felipe Amaral, Diretor de Educação do Instituto Caldeira
Para criar um ecossistema de tecnologia e inovação, nada mais essencial do que talentos. Por isso, o Instituto Caldeira investe nas novas gerações, conectando alunos e ex-alunos da rede pública a oportunidades educacionais e profissionais para ampliar suas perspectivas de futuro. Saiba mais sobre a experiência que já sensibilizou mais de 200 mil jovens de todo Brasil.
6. OBSERVATÓRIO DA FILANTROPIA E DO ISP: DADOS COMO ALICERCE PARA A REINVENÇÃO
Anfitriã: Patrícia Kunrath, Coordenadora de Conhecimento no GIFE
Como compreender as transformações do campo sem antes conhecê-lo? Dados e conhecimento qualificado são fundamentais para identificar tendências, lacunas, permanências e oportunidades de colaboração e de reinvenção. Conheça o Observatório da Filantropia e do Investimento Social Privado, a plataforma colaborativa que apresenta um mapa do setor, esclarece conceitos, registra memórias do campo e estabelece uma ponte com a academia para a geração de ainda mais inteligência e elementos para a tomada de decisão.
7. DEMOCRACIA, CONFIANÇA E PARTICIPAÇÃO: AGENDA PARA A REINVENÇÃO DA FILANTROPIA
Anfitrião: Luciano Cerqueira, coordenador de programas na MaisProgresso.org
A democracia é uma condição essencial para a garantia de direitos, a redução das desigualdades e o fortalecimento das organizações da sociedade civil. Em um contexto de desconfiança nas instituições, polarização e fragilização do debate público, a filantropia é chamada a reconhecer a agenda democrática como transversal às diferentes causas que apoia. Nesta conversa, Luciano Cerqueira propõe refletir sobre como investidores sociais podem contribuir para fortalecer a participação cidadã, a confiança pública, a integridade da informação e a construção coletiva de soluções para os desafios do país.
8. JUVENTUDE, REINVENÇÃO E JUSTIÇA CLIMÁTICA: A POTÊNCIA DAS PERIFERIAS
Anfitriã: Thuane Nascimento (Thux), Diretora executiva no PerifaConnection
Cria da Vila Operária, na Baixada Fluminense, Thux construiu sua trajetória na mobilização comunitária, na defesa do direito à terra e à moradia e na comunicação produzida pelas periferias. Sua atuação parte da convicção de que, embora os territórios periféricos estejam entre os primeiros e mais duramente afetados pela crise climática, são também espaços de potência, onde conhecimentos, redes de cuidado e soluções são construídos todos os dias. A reinvenção torna-se parte da essência da atuação e inspira novas práticas para a filantropia.
9. FILANTROPIA & NOVAS GERAÇÕES: ESTRATÉGIAS PARA A TRANSIÇÃO (EM INGLÊS)
Anfitrião: Jamie Webb, Head do Global Philanthropists Circle (GPC)
Vamos viver, nas próximas décadas, uma transição importante de riqueza para a próxima geração. Temos também legados filantrópicos importantes sem estratégia de sucessão. Como engajar a nova geração com a filantropia? Nesta sessão, os participantes debaterão estes temas e o anfitrião apresenta o Rising Leaders, membresia especial do Global Philanthropists Circle para jovens interessados em desenvolver sua liderança para o impacto positivo.
10. EDUCAÇÃO & TECNOLOGIA: PERSPECTIVAS ÉTICAS QUE PRESERVAM A ESSÊNCIA
Anfitriã: Liliana Vega, Gerente Executiva de Tecnologia Educacional no Instituto Ayrton Senna
O Instituto Ayrton Senna tem atuado para integrar a inteligência artificial ao cotidiano escolar, ampliando o alcance, eficiência e fortalecendo a prática do educador. Esse trabalho revela alguns desafios comuns a qualquer organização social: garantir equidade e adaptar tecnologias à realidade local. Entenda como a organização tem incorporado a IA em seus projetos e reflita sobre seus limites, riscos e possibilidades da IA na educação básica.
11. INVESTINDO NA TRANSFORMAÇÃO DIGITAL DO TERCEIRO SETOR
Anfitriã: Juliana Moura Bueno, Relações Públicas para Políticas Públicas do Google no Brasil
A adoção de tecnologia pelo terceiro setor pode ampliar capacidades, otimizar processos e fortalecer o impacto social, mas ainda enfrenta barreiras de acesso, financiamento, infraestrutura e uso responsável. Nesta conversa, Juliana propõe uma reflexão sobre o papel da filantropia e de investidores sociais na aceleração da transformação digital das organizações da sociedade civil, considerando áreas prioritárias, modelos de apoio, ambiente regulatório e inteligência artificial responsável. Como garantir que a tecnologia seja uma aliada do desenvolvimento e impacto social e coletivo: o compromisso com as pessoas, os territórios e a transformação social?
12. OUSADIA NOS ESPORTES: NOVAS ABORDAGENS PARA O COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA MENINAS E MULHERES
Anfitriã: Daniela Grelin, Diretora executiva na No More Foundation Brasil
Ano após ano, os números de violências contra meninas e mulheres crescem no Brasil, mas é hora de mudar o jogo. Reconhecida mundialmente e agora com atuação no Brasil, a No More Foundation inicia uma grande campanha conectada à Copa do Mundo feminina será realizada no Brasil em 2027, reinventando as narrativas no ambiente esportivos. Saiba mais sobre essa e outras ações na conversa com Daniela Grelin.
13. AVALIAR MELHOR, TRANSFORMAR MAIS: M&A PARA PROJETOS LOCALIZADOS
Anfitriã: Denise Carvalho, Diretora de Monitoramento e Avaliação no IDIS
Demonstrar impacto é uma demanda crescente, mas que tem especificidades quando o desejo é olhar para projetos localizados e de menor escala. Aplicar a teoria demanda reinvenção e a construção de novos referenciais, para não cair em armadilhas. Processos de monitoramento e avaliação podem ganhar ainda mais valor quando são desenhados considerando o contexto, o público, a disponibilidade de dados, os objetivos da iniciativa. A partir da experiência do IDIS, Denise Carvalho propõe refletir sobre como construir uma cultura avaliativa orientada à aprendizagem e à transformação.
14. REINVENTAR ESTRATÉGIAS, PRESERVAR COMPROMISSO: FILANTROPIA PELA REDUÇÃO DAS DESIGUALDADES
Anfitriã: Viviana Santiago, Diretora Executiva da Oxfam Brasil
Enfrentar as desigualdades brasileiras é uma tarefa essencial e possível quando reconhecemos suas raízes históricas e as estruturas de poder atravessadas por raça, gênero, classe e território. Viviana Santiago apresenta iniciativas que articulam produção de evidências, comunicação estratégica, mobilização de juventudes e justiça climática. Venha refletir sobre o papel da filantropia na redistribuição de recursos e poder, no impulsionamento de movimentos e organizações e na sustentação de transformações estruturais, mantendo um compromisso inegociável com a redução das desigualdades e o fortalecimento da democracia.
15. REINVENTAR A SAÚDE MENTAL: DE QUESTÃO INDIVIDUAL À AGENDA COLETIVA
Anfitrião: Bruno Ziller, gerente executivo do Instituto Cactus
O que deve permanecer inegociável na forma como cuidamos da saúde mental coletiva, e o que precisa ser reinventado? Historicamente tratada como questão individual, a saúde mental exige hoje uma resposta transversal, que atravesse educação, trabalho, assistência social e políticas públicas. É essa reinvenção que move o Instituto Cactus, unindo essência filantrópica, compromisso ético e visão estrutural, a projetos inovadores e dados que qualificam políticas públicas.
16. ACELERAÇÃO, INOVAÇÃO E REIMAGINAÇÃO NA FILANTROPIA FAMILIAR (EM INGLÊS)
Anfitrião: Nicholas Tedesco, Presidente e CEO do National Center for Family Philanthropy (NCFP)
O setor social enfrenta desafios sem precedentes e existenciais que põem à prova nossa determinação e deixam muitos de nós incertos sobre como responder. As famílias são agentes chave de mudança e exercem influência significativa, mas encontram caminhos diferentes para seguir suas jornadas. Afinal, famílias têm objetivos e dinâmicas variadas. Nesta conversa, Nick Tedesco apresenta sua visão sobre as mudanças no ritmo, práticas e propósitos da filantropia familiar.
17. MULTIPLICAR IMPACTO E CHEGAR ONDE NINGUÉM CHEGA: O QUE OS DADOS DIZEM SOBRE O IMPACT-FIRST INVESTING
Anfitrião: Ricardo Mastroti, sócio-fundador da Bemtevi Negócios Sociais
Há um movimento na filantropia brasileira: cada vez mais doadores estão transformando parte da doação em investimento de impacto. Mas um estudo do Miller Center mostra que 84% dos investidores de impacto ainda buscam retorno de mercado, deixando de fora soluções que não cabem nem na lógica da doação nem na do investimento tradicional. É para elas que existe o passo seguinte dessa jornada, ainda pouco explorado no Brasil: o Impact-First Investing. Conheça os números do estudo e como a Bemtevi pratica esse modelo no Brasil há mais de uma década, ampliando o repertório de quem investe socialmente.
18. FORTALECER QUEM TRANSFORMA: DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL DE ORGANIZAÇÕES INDÍGENAS E RIBEIRINHAS
Anfitrião: Claudia Soares Baré, Educadora e Assessora Estratégica
O fortalecimento institucional é condição essencial para ampliar autonomia, sustentar agendas de longo prazo e garantir que as soluções sejam conduzidas por quem vive e conhece os territórios. Mas como reinventar as práticas de financiamento respeitando tempos, culturas, formas próprias de organização e prioridades definidas pelos territórios? Nesta conversa, Claudia Soares Baré propõe refletir sobre a importância de investir em capacidades organizacionais, governança, gestão, comunicação, articulação e cuidado com lideranças, a partir de sua experiência junto a organizações indígenas e ribeirinhas.

