A literatura sobre Fundações e Institutos Comunitários é muito vasta e rica, para facilitar a leitura inicial sobre o conceito e referências nacionais sobre o tema separamos estas doze bibliografias.
O conceito de Fundação Comunitária ou Community Foundations surgiu nos Estados Unidos, mais precisamente em Cleveland/Ohio, como uma solução para a dificuldade que os bancos encontravam em satisfazer o desejo de seus clientes de doar parte de próprios patrimônios em testamentos para endereçar demandas sociais da cidade. À época, não existiam estruturas jurídicas nem modelos consolidados que permitissem doações flexíveis voltadas a demandas locais de maneira organizada e permanente. A fundação comunitária foi uma inovação justamente por oferecer essa governança comunitária e flexibilidade.
Desde então, as Fundações Comunitárias se espalharam pelo país e se tornaram populares no resto da América do Norte, Europa e, nas últimas décadas, nos outros continentes. De acordo com o Community Foundation Atlas, em 2014, cem anos após o surgimento da primeira fundação comunitária, existiam mais de 1.800 dessas organizações no mundo, que movimentam anualmente mais de USD 5 bilhões (ou 25 bilhões de reais).
EXPLORANDO O CONCEITO
Mas o que são Fundações e Institutos Comunitários (FICs)? Certamente você conhece ou já ouviu falar de organizações da sociedade civil (OSCs) que atuam em prol de causas como saúde, combate à fome, educação, meio ambiente, entre outras. Diferente das OSCs tradicionais, as FICs atuam em um território geográfico definido — seja um bairro, distrito, cidade ou região — e trabalham para solucionar os problemas prioritários daquela localidade. A causa central das FICs é o próprio território em que atuam. Por isso, sua atuação é multitemática, abrangendo uma diversidade de temas e questões relevantes para a comunidade local.
Há um ditado na área da filantropia comunitária que diz “conheça uma fundação comunitária e você terá conhecido apenas uma”. Não há duas fundações comunitárias iguais em nenhum lugar do mundo, apesar das características, valores e princípios serem os mesmos ou muito similares.
As FICs se diferem das organizações tradicionais também em outros princípios como:
Organizações locais
Representadas por membros da comunidade
Organizações juridicamente estabelecidas e perenes
Multitemáticas
Financiadas por fontes de recursos diversas
Visão de longo prazo
Majoritariamente grantmakers
Assessoram a jornada filantrópica do doador
Provedoras de apoio institucional e técnico às organizações e iniciativas sociais locais.
As FICs são protagonistas da interlocução entre organizações sociais e doadores, sociedade civil e poder público, promovendo transparência e engajamento. Esse modelo de organização social fomenta o protagonismo local e empodera a comunidade reduzindo desigualdades, promovendo o desenvolvimento local sustentável e agindo como interlocutora dos diversos stakeholders (parte interessadas). Veja o funcionamento:
VALORES DAS FICS
As FICs contribuem para a defesa de interesses públicos e da melhoria na qualidade de vida da sociedade como um todo, não à toa possuem valores imprescindíveis para sua atuação:
Protagonismo Comunitário:valorização dos ativos locais e engajamento cívico local como as principais forças condutoras do processo de desenvolvimento de comunidades, no qual cidadãos são investidores e responsáveis pela transformação positiva da própria realidade, garantindo a legitimidade das ações promovidas, a defesa dos direitos e interesses comunitários, e a perpetuidade do movimento de melhoria da qualidade de vida local.
Defesa dos valores democráticos:como iniciativas coletivas, é imprescindível para o sucesso das FICs que elas defendam e promovam valores democráticos referentes ao direito à vida digna, à justiça social, à instituição de processos participativos, à garantia da liberdade de expressão e ao respeito à diversidade e defesa dos direitos humanos.
Transparência: a construção de relações de confiança a partir de comunicação transparente entre atores sociais, da abertura organizacional para o compartilhamento de informações e da divulgação de dados referentes às atividades, processos, tomadas de decisão e à gestão de recursos executadas pela FIC ao longo do tempo.
Práticas Sustentáveis: é fundamental o comprometimento das FICs com o uso consciente e sustentável dos recursos naturais do território.
Atuação em rede: crença na força das ações colaborativas como meio para se alcançar o desenvolvimento de longo prazo das comunidades sendo, desta forma, amplamente valorizada a articulação e o cultivo de parcerias com representantes dos setores público, privado e social.
INSTITUTOS E FUNDAÇÕES COMUNITÁRIAS NO BRASIL
No Brasil, juridicamente, as FICs podem ser formalizadas como associações — muitas vezes denominadas institutos — ou como fundações. Por isso, utilizamos localmente ambos os termos como sinônimos e nos referimos a elas como Fundações ou Institutos Comunitários, ou, simplesmente, FICs.
Reconhecendo a relevância dessas organizações para o desenvolvimento social inclusivo — com protagonismo da própria comunidade local — o Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS), em parceria com a Charles Stewart Mott Foundation, criou o programa Transformando Territórios. A iniciativa fomenta a criação, o fortalecimento e o desenvolvimento de Fundações e Institutos Comunitários no Brasil. Lançado em 2020, o programa atua em conjunto com diversos parceiros e apoiadores, oferecendo suporte técnico, institucional e financeiro às FICs, tanto de forma individual quanto ao coletivo, além de incentivar o engajamento de doadores e da sociedade civil.
Em 2025, 15 organizações de 10 estados brasileiros fazem parte do Programa. Desde o início do projeto, 18 organizações já foram apoiadas, das quais três previamente já se identificavam com o conceito de Fundação Comunitária. Ao participar do Programa, cada organização define sua trilha de desenvolvimento, com metas, objetivos e esforços alinhados com seus territórios, conhecimento e história. Com amplos diálogos, é definida uma estratégia de apoio para cada uma delas, respeitando os saberes, demandas e potenciais locais.
A partir da experiência de quatro anos na condução do programa Transformando Territórios, o IDIS lançou em 2024 um guia a partir de exemplos de quem já transforma territórios. Os conteúdos abordam desde os aspectos legais e estruturais de uma fundação ou instituto comunitário até as melhores práticas para envolver a comunidade local. Baixe agora!
SOBRE O TRANSFORMANDO TERRITÓRIOS
O Programa Transformando Territórios é uma iniciativa do IDIS – Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social – com a Charles Stewart Mott Foundation para fomentar a criação e fortalecimento de Institutos e Fundações Comunitárias no Brasil, com o engajamento de doadores e sociedade civil, compartilhamento de conhecimento e apoio técnico.
Fundaes – Federação das Fundações e Associações do Espírito Santo
ICOM
Instituto Baixada Maranhense
Instituto Cacimba
Instituto Comunitário de Desenvolvimento e Inovação do Vale do Jequitinhonha- JEQUI
Instituto Comunitário Manauara
Instituto Comunitário Paraty
M’Boi Mirim Zona Sul de São Paulo
Mundaú Mundo
Redes da Maré
Rede de Organizações do Bem
Sobre o Transformando Territórios
O Programa Transformando Territórios é uma iniciativa do IDIS – Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social – com a Charles Stewart Mott Foundation que tem como missão fomentar a criação e o fortalecimento de Institutos e Fundações Comunitárias no Brasil, com o engajamento de doadores e sociedade civil, compartilhamento de conhecimento e apoio técnico. São parceiros institucionais BrazilFoundation e GIFE.
Institutos e Fundações comunitárias tem se consolidado como um importante arranjo institucional para o desenvolvimento social e endereçamento das variadas demandas dos territórios, seja este um bairro, cidade ou região, com visão de longo prazo e buscando o impacto sistêmico para o desenvolvimento da região. São protagonistas da interlocução entre organizações e iniciativas sociais com os doadores, sociedade civil e poder público, promovendo transparência e engajamento. Estas organizações atuam como grantmakers, ou seja, financiam projetos e iniciativas sociais em múltiplas causas para endereçar as demandas e prioridades da região e fortalecem o terceiro setor da região com capacitações e apoio técnico, investem na produção de conhecimento e fomentam a cultura de doação no território onde atuam.
Atualmente o Programa Transformando Territórios é composto por 15 fundações e institutos comunitários oriundas de várias regiões do Brasil, localizadas em 10 estados.
Institutos e Fundações comunitárias são associações que atuam em um território geográfico delimitado, seja este um bairro, cidade ou região, com visão de longo prazo e buscando o impacto sistêmico para o desenvolvimento dessa região.
O objetivo é promover a interlocução entre as organizações e iniciativas sociais com os doadores, sociedade civil e poder público.
No Brasil, o IDIS, em parceria com a Charles Stewart Mott Foundation, realiza o programa Transformando Territórios que apoia o fortalecimento e a criação de Institutos e Fundações Comunitárias no Brasil.
Sabia que você pode ajudar algumas das organizações participantes com doações?
Conheça algumas das organizações participantes do Transformando Territórios e doe!
BAHIA
Tabôa – Atua na região de Serra Grande, município de Uruçuca, Sul da Bahia, fortalecendo a comunidade pelo acesso a conhecimentos, recursos financeiros e estímulo à cooperação, para que pessoas, negócios e organizações sejam sustentáveis. A atividade é realizada a partir do fomento de iniciativas de base comunitária e empreendimentos socioeconômicos.
MARANHÃO
Instituto Baixada – Atua na criação de condições materiais para realização de transformações em comunidades vulneráveis da Baixada Maranhense, via captação de recursos, fortalecimento de organizações comunitárias e doações.
Rede de Organizações do Bem – A Rede de Organizações do Bem iniciou suas atividades em 2012, atuando no financiamento de projetos, investindo na formação e apoio das organizações na região metropolitana do Rio de Janeiro e realizando um levantamento das OSCs do território. Desde então, a Rede tem se especializado na realização de editais para micro apoios financeiros e formações.
SÃO PAULO
Fundação ABH – Tem o papel de potencializar a atuação de iniciativas sociais, como coletivos, movimentos, organizações e lideranças comunitárias na periferia sul da cidade de São Paulo por meio de investimentos financeiros, geração de conhecimento e formação de redes.
FEAV: Fórum das Entidades Assistenciais de Valinhos – Formado por um grupo de entidades assistenciais da cidade de Valinhos no interior de São Paulo, visa o engajamento, consenso e a troca de experiência com a sociedade. A partir do conhecimento gerado nesta troca, a FEAV busca fortalecer a representatividade dos desejos populares junto ao poder público.
Fundação FEAC – Tem como missão a promoção humana, a assistência e o bem-estar social, com prioridade à criança e ao adolescente, em Campinas. Para alcançar esses objetivos, concentra sua ação socioeducativa em três dimensões: empoderamento de populações vulneráveis, potencialização de territórios e impulsionamento de empresas, causas e pessoas.
SANTA CATARINA
ICOM: Instituto Comunitário Grande Florianópolis – Apoia empresas e indivíduos para que possam fazer investimentos sociais e doações com alto impacto social. Ao mesmo tempo, auxilia organizações da sociedade civil a terem uma gestão mais eficiente e a servirem como canais de participação dos cidadãos para melhorarem a qualidade de vida na Grande Florianópolis e em Santa Catarina.
Saiba os princípios e valores de Institutos e Fundações Comunitárias.
Fundações e Institutos Comunitários (FICs) são organizações que atuam em prol do desenvolvimento comunitário de um determinado território geográfico, seja este um bairro, cidade ou região, com visão de longo prazo e buscando o impacto social positivo para o desenvolvimento do território.
Diferente dos modelos tradicionais de assistência externa ao desenvolvimento comunitário, na qual cidadãos são vistos como beneficiários, as FICs diferenciam-se pela abordagem filantrópica horizontal na qual os cidadãos são coinvestidores e responsáveis pela transformação da própria realidade, estabelecendo uma relação de confiança, transparência e de responsabilidade mútua sobre o bem-estar da comunidade, garantindo a legitimidade das ações promovidas e a defesa dos direitos e interesses comunitários.
Devido ao caráter local de sua atuação e ao protagonismo concedido à comunidade, Institutos e Fundações Comunitárias garantem não apenas a captação e investimento junto à mais diversos territórios, mas também, como profundos conhecedores da realidade local por terem um diálogo estabelecido com a comunidade local, são geralmente as primeiras instituições a responderem às necessidades emergentes do território, direcionando o investimento dos recursos as causas (saúde, sustentabilidade, educação, etc) de maior necessidade do território.
A capacidade em oferecer respostas ágeis e assertivas aos desafios locais, reflete o importante papel desta estrutura institucional para a garantia de direitos e bem-estar social, principalmente diante da eclosão de crises econômicas, sanitárias, ambientais e humanitárias, que evidenciam cada vez mais as desigualdades sociais e a ineficácia do governo em atender a demandas comunitárias urgentes.
Neste sentido, o papel como grantmaker – ou seja, organização distribuidora de recursos– assegura a vitalidade e fortalecimento do setor social da região, oferecendo às organizações da sociedade civil e coletivos locais tanto o suporte financeiro como também suporte técnico, permitindo a construção de capacidades dessas iniciativas sociais para que sejam capazes de atuar na linha de frente do endereçamento dos mais diversos desafios sociais.
O sucesso do modelo dos Institutos e Fundações Comunitárias se deve à capacidade em assumir múltiplos papéis exercendo, além do papel de grantmakers e de lideranças comunitárias, a função de articuladoras, capazes de dialogar com o poder público, setor privado, e setor social, de modo a captar e potencializar investimentos na comunidade no longo prazo.
VALORES E PRINCÍPIOS
As FICs possuem princípios e valores que norteiam suas ações e atividades. São 9 princípios que guiam as atividades:
Instituições locais;
Provedoras de apoio institucional e técnico às organizações e iniciativas sociais locais;
Multitemáticas
Instituições juridicamente estabelecidas, perenes e com visão de longo-prazo
Financiadas por fontes de recursos diversas
Majoritariamente grantmakers
Representadas por membros da comunidade
Provedoras de serviços para doadores
Além disso, é importante lembrar que as fundações comunitárias por atuarem na melhoria na qualidade de vida da sociedade e em defesa dos interesses públicos precisam ter alguns valores bem definidos para afirmar sua legitimidade, como a defesa dos valores democráticos e a transparência na comunicação e de dados para criar uma relação de confiança com a comunidade ao seu redor.
O protagonismo social é fundamental para processos de transformação da realidade; que por sua vez são necessários para a construção de uma sociedade mais justa e sustentável. E por isso faz parte dos temas de atuação do IDIS desde a sua fundação.
No Brasil, há inúmeras evidências e pesquisas recentes que indicam que o nível de confiança e credibilidade das instituições do país é extremamente baixo – um quadro que leva os cidadãos a buscarem novas formas de se engajar na solução dos problemas sociais que enfrentam.
Nesse contexto, a filantropia comunitária vem crescendo muito, não apenas no Brasil, mas em todo o mundo e tem sido foco de estudos, pesquisas e trocas entre organizações que atuam com filantropia.
E o IDIS, junto com a MOTT Foundation, iniciou um projeto para mapear as iniciativas de Filantropia Comunitária no Estado de São Paulo. A primeira atividade, realizada no dia 12 de julho, foi uma oficina para explorar alguns conceitos inerentes ao tema, pois há distintos entendimentos sobre o que é uma comunidade e o que caracteriza uma organização de filantropia comunitária.
“ O que faz o avanço global da Filantropia Comunitária tão entusiasmante é a variedade de formatos que ela assume, adaptações para diferentes contextos, desafios, recursos e lideranças”
Barry Knight e Andrew Milner CENTRIS, Global Alliance for Community Philantropy
Tivemos a participação de algumas importantes organizações que atuam no setor: Fundo Elas, Gife, Wings, Fundo Brasil de Direitos Humanos, CIEDs, Fundação Tide Setubal, Rede de Filantropia para a Justiça Social, ICOM, Fundo Casa, Fundação Affonso Brandão Hennel e Fundação Salvador Arena.
Saiba mais sobre Filantropia Comunitária nesse vídeo desenvolvido pelo Global Fund for Community Foundations:
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